História do Carnaval

Do mundo ao Rio de Janeiro, a festa que virou a cidade.

Role a página e atravesse os séculos: das festas da Antiguidade a Veneza, do entrudo colonial à Sapucaí. Cada capítulo tem uma cena reconstituída que anda com você.

Parte 1

O Carnaval no mundo

Das festas da Antiguidade às máscaras de Veneza e aos grandes desfiles do século XIX.

I · Antiguidade

Antes do Carnaval, o mundo de cabeça para baixo

Muito antes de existir a palavra Carnaval, vários povos tinham dias em que a ordem se invertia. Na Grécia, as festas a Dionísio levavam cortejos, vinho e máscaras às ruas. Em Roma, nas Saturnais de dezembro, havia banquetes, presentes e gorros de liberto, e os senhores chegavam a servir os escravizados à mesa.

Rua de Roma antiga à noite, iluminada por tochas, com gente mascarada e de coroas de hera num banquete com músicos.
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Os historiadores ainda discutem quanto dessas festas chegou ao Carnaval. Mas a ideia de virar o mundo do avesso por alguns dias, com máscara, música e fartura, vem de muito longe.

II · Idade Média

Carne, adeus: a festa antes da Quaresma

Com o calendário cristão, a festa ganhou data: os dias de fartura antes dos quarenta dias de jejum da Quaresma. A palavra vem do latim carnem levare, “retirar a carne”, que o italiano fez carnevale. O povo leu nela um “adeus, carne”.

Praça flamenga no inverno, no século XVI: um folião gordo montado num barril enfrenta uma figura magra com peixes, entre a multidão.
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Nas cidades medievais havia comilanças, desfiles, máscaras e paródias das autoridades. Em 1559, o pintor flamengo Pieter Bruegel fixou esse espírito no quadro O combate entre o Carnaval e a Quaresma, hoje em Viena: um folião gordo, montado num barril e armado com um espeto de carne, enfrenta a Quaresma magra, que traz dois peixes numa pá.

III · Veneza

Veneza e a arte das máscaras

Em Veneza, a tradição liga o Carnaval a 1094, e um édito do Senado de 1296 já o tratava como festa pública, na véspera da Quaresma. Mascarados, nobres e plebeus se misturavam pelas pontes e canais: a bauta, máscara branca usada com capa e tricórnio negros, garantia o anonimato.

Mascarados de bauta, capa e tricórnio negros atravessam uma ponte sobre um canal de Veneza ao entardecer, com gôndolas iluminadas.
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O Carnaval veneziano viveu o auge no século XVIII e foi silenciado depois da queda da República, em 1797, quando Napoleão proibiu os disfarces. Voltou às ruas em 1979 e hoje atrai gente do mundo inteiro.

IV · Século XIX

Colônia, Nice, Nova Orleans, Trinidad

No século XIX, o Carnaval ganhou desfiles organizados. Em Colônia, em 1823, os foliões fundaram a primeira sociedade carnavalesca e levaram às ruas o grande cortejo da segunda-feira de Carnaval. Em Nice, a primeira batalha de flores aconteceu em 1876, com carruagens cobertas de flores na orla.

Carruagens cobertas de flores passam pela orla de Nice nos anos 1880, entre gente que joga buquês.
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Nas Américas, a festa ganhou sotaques próprios. Em Nova Orleans, a sociedade Comus fez em 1857 o primeiro cortejo noturno do Mardi Gras, com tochas e carros alegóricos. Em Trinidad, depois da abolição da escravidão, em 1834, os libertos tomaram as ruas com o Canboulay, semente do Carnaval caribenho. E de Portugal veio o entrudo, que os colonizadores trouxeram ao Brasil no século XVI.

Parte 2

O Carnaval no Rio de Janeiro

Do entrudo das ruas coloniais à Sapucaí e aos blocos de hoje: quatro séculos de folia numa cidade.

01 · Rio colonial e imperial

O entrudo: água, farinha e limões de cheiro

O Carnaval chegou ao Brasil com os colonizadores portugueses, na forma de uma brincadeira de rua chamada entrudo. Nos dias antes da Quaresma, valia molhar e sujar todo mundo: seringas e bacias de água, farinha, polvilho e os limões de cheiro, bolinhas de cera recheadas de água perfumada.

Rua de sobrados do Rio colonial em dia de entrudo: moradores jogam água uns nos outros, das sacadas e da calçada.
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No Rio, pobres e escravizados brincavam nas ruas, as famílias atacavam das janelas, e nem o imperador Pedro I ficava de fora. A polícia proibia o entrudo desde os anos 1820, mas ele resistiu nas ruas até perto de 1900. O pintor Jean-Baptiste Debret retratou a brincadeira no livro de viagem que publicou em Paris em 1835.

02 · Anos 1840

Os bailes de máscaras levam a festa aos salões

Enquanto a polícia combatia o entrudo, a elite carioca buscou um Carnaval à moda europeia, com fantasias, máscaras e orquestra. Nos anos 1840, os bailes de máscaras chegaram aos hotéis e teatros da cidade.

Casais mascarados dançam num salão de teatro do Rio nos anos 1840, sob lustres de cristal e velas.
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O marco mais bem documentado é de 1846: no sábado de Carnaval, a cantora italiana Clara Delmastro abriu um baile público, com entrada paga, no Teatro São Januário. A festa ganhava endereço, ingresso e figurino.

03 · 1855

As Grandes Sociedades e os carros alegóricos

No Carnaval de 1855, o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que tinha entre os sócios o escritor José de Alencar, desfilou com carros enfeitados e fantasias de luxo. O cortejo passou diante do Paço Imperial, com a família imperial à janela.

Carro alegórico dourado puxado por cavalos passa ao entardecer diante de uma multidão de chapéus de palha, por volta de 1900.
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Vieram depois os Democráticos, em 1867, os Fenianos, em 1869, e os Tenentes do Diabo. Seus carros de crítica zombavam de políticos e costumes, e nos anos 1880 as sociedades pagaram alforrias e apoiaram a Abolição e a República. Nos anos 1920, ainda eram o ponto alto do Carnaval.

04 · 1869

Zé Pereira, o bumbo que acordava a cidade

Conta a tradição que, por volta de 1850, o sapateiro português José Nogueira de Azevedo Paredes saiu numa segunda-feira de Carnaval com amigos e bumbos alugados, batendo forte pelas ruas. Os historiadores tratam o caso como lenda: o primeiro registro do Zé Pereira na imprensa é de 1865.

Homens de colete e boina marcham batendo grandes bumbos numa rua estreita do Rio do século XIX.
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Em 1869, o ator Francisco Corrêa Vasques levou ao teatro O Zé Pereira Carnavalesco, paródia de uma canção francesa, e o refrão “E viva o Zé Pereira” tomou conta das ruas.

05 · Anos 1890

Cordões, ranchos e o primeiro “Ó Abre Alas”

No fim do século XIX, as ruas eram dos cordões: grupos populares, em grande parte negros, com velhos, diabos, reis, rainhas e baianas, puxados por um mestre de apito e muita percussão. No início dos anos 1890, Hilário Jovino Ferreira trouxe para o Carnaval carioca os ranchos da tradição baiana de Reis, com pastoras, porta-estandarte, mestre-sala, enredo e orquestra de cordas e sopros.

À noite, uma porta-estandarte de vestido dourado ergue o estandarte ao lado do mestre-sala, seguidos por pastoras com lanternas.
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Em 1899, Chiquinha Gonzaga compôs para o cordão Rosa de Ouro a marcha “Ó Abre Alas”, considerada a primeira música feita especialmente para o Carnaval. Em 1907 nasceu o Ameno Resedá, lembrado como o “rancho-escola”.

06 · Belle Époque

Confete, serpentina e o corso da Avenida Central

O confete e a serpentina chegaram ao Carnaval carioca nos anos 1890. A Avenida Central, aberta entre 1904 e 1905 e hoje chamada Rio Branco, deu à folia um palco à altura.

Carros abertos enfeitados com flores levam pierrôs e colombinas que jogam serpentina numa avenida do Rio nos anos 1920.
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Em 1907 começou o corso: famílias fantasiadas desfilavam em carros abertos, em batalhas de confete e serpentina. Em 1919, logo depois da gripe espanhola, a cidade viveu um dos Carnavais mais animados de que se tem lembrança.

07 · 1917

“Pelo Telefone” e o samba da Pequena África

Em volta da Praça Onze, na região que Heitor dos Prazeres chamou de Pequena África, a casa de Tia Ciata reunia músicos e rodas de samba. Dali saiu “Pelo Telefone”, registrado por Donga na Biblioteca Nacional em novembro de 1916, com crédito também para o jornalista Mauro de Almeida.

Roda de samba num quintal da Pequena África: músicos tocam pandeiro, cavaquinho e violão enquanto uma mulher de branco dança.
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Gravado pela Casa Edison na voz de Bahiano, foi o sucesso do Carnaval de 1917: o primeiro samba gravado a fazer sucesso. Em 1918 nasceu o Cordão da Bola Preta, hoje o bloco em atividade mais antigo do país.

08 · 1928

Deixa Falar e a primeira “escola de samba”

Em 12 de agosto de 1928, no Estácio, Ismael Silva, Bide, Nilton Bastos e outros sambistas fundaram o Deixa Falar. Segundo Ismael, o nome “escola de samba” veio da Escola Normal do bairro: se ali se formavam professores, os mestres do samba eram eles.

Sambistas de terno branco e chapéu de palha descem uma escadaria de pedra no Estácio levando um surdo, tamborins e cavaquinho.
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O Deixa Falar desfilava como bloco e nunca chegou a ser, de fato, uma escola de samba, mas deixou o nome e o som. A Bide se atribui o surdo, feito de uma lata grande de manteiga coberta com couro de cabra. Em 1929, a casa de Zé Espinguela recebeu a primeira disputa entre os grupos, vencida pelo Conjunto Oswaldo Cruz, a futura Portela.

09 · 1932

Praça Onze: o primeiro grande concurso

No domingo de Carnaval de 1932, o jornal Mundo Sportivo, de Mário Filho, organizou na Praça Onze o primeiro grande concurso de escolas de samba. Dezenove escolas desfilaram, e a Estação Primeira de Mangueira venceu.

Desfile na Praça Onze em 1932, em preto e branco: a porta-bandeira gira com a bandeira entre baianas e uma multidão.
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Em 1934 nasceu a União das Escolas de Samba, e o Rei Momo ganhou um folião de carne e osso para abrir a festa. Em 1935, a prefeitura de Pedro Ernesto oficializou o desfile, com subvenção e lugar no programa oficial, e a Vai Como Pode, futura Portela, venceu o primeiro desfile oficial.

10 · Anos 1930

A era do rádio e das marchinhas

Nos anos 1930, o Carnaval ganhou trilha sonora nacional. Compositores como Lamartine Babo e João de Barro, o Braguinha, lançavam marchinhas que os discos e o rádio levavam ao país inteiro, e a Rádio Nacional entrou no ar em 1936.

Estúdio de rádio dos anos 1930: uma cantora canta ao microfone diante de uma orquestra e de uma pequena plateia.
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Alguns dos sucessos que a cidade cantou nos bailes e nas ruas:

  • 1932
    “O teu cabelo não nega”Lamartine Babo e Irmãos Valença
  • 1935
    “Cidade Maravilhosa”André Filho; hoje o hino oficial do Rio
  • 1937
    “Mamãe eu quero”Jararaca e Vicente Paiva
  • 1941
    “Allah-la-ô”Haroldo Lobo e Nássara
11 · 1942 a 1983

Das avenidas à Marquês de Sapucaí

A partir de 1941, a Praça Onze foi posta abaixo para a abertura da Avenida Presidente Vargas, e Herivelto Martins e Grande Otelo se despediram dela no samba “Praça Onze”, de 1942. O desfile passou a alternar entre a Rio Branco e a Presidente Vargas, com arquibancadas pagas desde o início dos anos 1960.

Desfile de escola de samba na Avenida Presidente Vargas nos anos 1960, diante de arquibancadas de madeira lotadas.
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Foi a era dos carnavalescos. Em 1960, o professor Fernando Pamplona levou o Salgueiro ao primeiro título com “Quilombo dos Palmares”, e em 1976 Joãosinho Trinta deu à Beija-Flor o seu primeiro campeonato. Em 1978, o desfile chegou à Rua Marquês de Sapucaí, com arquibancadas montadas e desmontadas todo ano.

12 · 1984

O Sambódromo de Niemeyer

Para acabar com as arquibancadas provisórias, o governo de Leonel Brizola encomendou a Oscar Niemeyer uma passarela permanente, pensada com o vice-governador Darcy Ribeiro. Erguida em cerca de quatro meses, foi inaugurada em 2 de março de 1984, com cerca de 700 metros de pista e a Praça da Apoteose, coroada pelo arco de concreto.

Carro alegórico dourado e alas de plumas desfilam no Sambódromo à noite, com o arco da Praça da Apoteose ao fundo.
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Sob as arquibancadas, Darcy previu salas de aula para cerca de 15 mil alunos. No mesmo ano nasceu a LIESA, que organiza os desfiles do Grupo Especial desde 1985. Em 2012, novas arquibancadas completaram o desenho simétrico de Niemeyer, e em 2016 a Passarela Professor Darcy Ribeiro foi tombada pelo IPHAN.

13 · Hoje

A volta dos blocos às ruas

Desde os anos 1980, uma nova geração de blocos devolveu o Carnaval às ruas. O Simpatia é Quase Amor desfila desde 1985, as Carmelitas desde 1990, e em 2000 nasceu a Sebastiana, que reúne blocos da Zona Sul, de Santa Teresa e do Centro.

Bloco de rua fantasiado segue uma banda de metais e tambores sob os Arcos da Lapa, com confete no ar.
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Em 2026, a prefeitura recebeu 803 inscrições de blocos, um recorde, e estimou cerca de 6 milhões de foliões nas ruas. E desde 2007 o partido-alto, o samba de terreiro e o samba-enredo são Patrimônio Cultural do Brasil.

Parte 3

Pelo Brasil

Frevo em Pernambuco, trio elétrico na Bahia: o país tem muitos Carnavais.

Pernambuco e Bahia

Frevo em Pernambuco, trio elétrico na Bahia

No Recife, a palavra frevo apareceu no Jornal Pequeno em 9 de fevereiro de 1907, data que hoje celebra o Dia do Frevo, Patrimônio Cultural do Brasil desde 2007 e da Humanidade desde 2012. Em Olinda, o boneco gigante do Homem da Meia-Noite, criado em 1932, abre a folia à meia-noite do sábado, e o Galo da Madrugada, fundado no Recife em 1978, entrou para o Guinness como o maior bloco de Carnaval do mundo.

Passistas de frevo saltam com sombrinhas coloridas numa ladeira de Olinda, entre bonecos gigantes e uma banda.
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Em Salvador, no Carnaval de 1950, Dodô e Osmar saíram tocando instrumentos eletrificados num Ford 1929, a Fobica, inspirados pelo frevo do clube Vassourinhas, do Recife. Em 1951, com a chegada de Temístocles Aragão, a dupla virou trio: nascia o trio elétrico. Ali também surgiram os Filhos de Gandhy, em 1949, e o Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do país, em 1974.

Carnaval 2027

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Viva a história de perto

Do berço do samba à Sapucaí

Fontes

De onde vêm estas histórias

Cada data foi conferida em pelo menos duas fontes. Quando elas divergem, o texto fica com a versão mais segura. As cenas em vídeo são reconstituições feitas com inteligência artificial para esta página, não registros da época, e não mostram nenhuma pessoa real.

  1. Origem da palavra carnaval, Dicionário Etimológico
  2. The Fight between Carnival and Lent, Kunsthistorisches Museum, Viena
  3. Carnaval de Veneza: a festa proibida por Napoleão, National Geographic Portugal
  4. Die Grosse von 1823, Wikipédia (em inglês)
  5. Nice Carnival, Wikipédia (em inglês)
  6. Mistick Krewe of Comus, Wikipédia (em inglês)
  7. Canboulay and the Negre Jardin: Combat, Carnival, and the City in Nineteenth-Century Trinidad, Universidade de Chicago
  8. Entrudo, Fundação Joaquim Nabuco, Pesquisa Escolar
  9. Repressão ao entrudo, Arquivo Nacional
  10. Scène de carnaval, de Jean-Baptiste Debret, Brasiliana Iconográfica
  11. Palácio da Justiça guarda relação antiga com o teatro, MultiRio
  12. O Zé Pereira no Carnaval carioca e o seu mito fundador, Revista Mosaico, FGV CPDOC
  13. Os Tenentes do Diabo, dissertação de mestrado, PUC-Rio
  14. Abre alas para Chiquinha, Instituto Moreira Salles
  15. Dossiê Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, IPHAN
  16. Carnavais de antigamente, Biblioteca Nacional, Brasiliana Fotográfica
  17. Primeiro samba faz hoje 100 anos, Agência Brasil
  18. Escolas de samba: sujeitos celebrantes e objetos celebrados, Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro
  19. A história dos desfiles das escolas de samba, MultiRio
  20. Cidade maravilhosa: André Filho e a saga de uma marcha-hino, Instituto Moreira Salles
  21. Passarela do Samba, Fundação Oscar Niemeyer
  22. Sambódromo do Rio completa 40 anos, Agência Brasil
  23. A LIESA, Liga Independente das Escolas de Samba
  24. Carnaval de rua no Rio tem número recorde de blocos inscritos, Agência Brasil
  25. Frevo, performing arts of the Carnival of Recife, UNESCO
  26. Trio elétrico reinventou a história do Carnaval há 75 anos, A Tarde
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